[ Informação SPCE ]

II Encontro “A (Boa) Educação na Escola” | 9 a 12 de dezembro de 2025 | Submissões até 30.09.2025

A Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE) convida todos os profissionais e estudantes da área da educação a participarem no II Encontro “A (Boa) Educação na Escola: perspetivas, práticas e desafios”, que se realizará entre os dias 9 e 12 de dezembro de 2025.

Este encontro pretende dar visibilidade à educação que se faz nas escolas, numa perspetiva crítica, transformadora e inclusiva — orientada pelos princípios da equidade, diversidade, justiça social e relacionalidade.

Procuramos projetos, experiências e reflexões que:

– valorizem o trabalho de professores, educadores e outros profissionais;
– envolvam a comunidade educativa;
– promovam inovação, justiça social e bem-estar nas escolas.

Submissão de propostas até 30 de setembro de 2025

Contamos com a vossa presença para pensarmos, discutirmos e celebrarmos juntos a Educação que queremos e fazemos!

Mais informações e submissão de propostas: https://boaeducacaonaescola.eventqualia.net/pt/2025/inicio/

 


[ Informação Comunicação ISUP ]

Call for papers: Estratégias sindicais no mundo contemporâneo – economias políticas, digitalização da economia e transição ecológica | Revista Brasileira de Economia Social e do Trabalho

A sucessão de transformações econômicas, políticas e ideológicas ocorridas ao longo das últimas décadas condicionaram de forma profunda o contexto em que o sindicalismo atua no momento atual. Se este é sobremaneira desfavorável para o “trabalho organizado”, não pode ser negado aos sindicatos o carácter reflexivo de um ator social, com diferentes recursos de poder que se vão combinando de forma própria em diferentes sectores, países e regiões, que procura desenvolver novas perspectivas e práticas organizativas, políticas e ideológicas com vista a manter o seu papel de representação dos trabalhadores.

Em primeiro lugar, procura-se explorar de que forma os sindicatos têm atuado num contexto de renovadas rivalidades geopolíticas, que procuram um rearranjo das relações de poder à escala internacional; e em que, por outro lado, a crise de legitimidade do modelo neoliberal em certas regiões do mundo não corresponde a uma crise da sua hegemonia, mas antes a formas mais autoritárias de neoliberalismo, com expressão também na regulação do trabalho e dos recursos institucionais das organizações representativas dos trabalhadores.

Em segundo lugar, pretende-se aprofundar a análise dos discursos, das estratégias e das práticas sindicais desenvolvidas face à digitalização a digitalização da economia. A referência a esta dimensão tem-se tornado omnipresente nos discursos dominantes, oscilando entre o tecno-optimismo que advoga transformações aceleradas ou disruptivas e as visões que associam a incorporação tecnológica a uma dinâmica constante de economias capitalistas. Tendo em conta os impactos multiformes e diferenciados da digitalização nos níveis de emprego, nas condições, regulação e conteúdos do trabalho, interessa perceber em que medida os sindicatos têm procurado moldar o sentido dessas transformações e mudanças e que experiências existem nesse campo, no quadro nacional, internacional e sectorial.

Por fim, as alterações climáticas e a transição energética tem colocado desafios e dilemas ao movimento sindical. As reivindicações do movimento climático nem sempre têm sido compatíveis com os movimentos sindicais. Da parte do sindicalismo, as estratégias oscilam entre a negação do problema, a travagem de medidas de mitigação, a adoção de uma agenda de transição no quadro de um “capitalismo verde” ou de posturas e estratégias mais transformadoras relativamente ao modo de produção baseado no extrativismo e no produtivismo. Neste número da revista, procuram-se exemplos e/ou estudos de caso em que movimento sindical, numa escala local, nacional ou internacional, tenha contribuído para a construção de alianças que promovam uma transição justa, refletindo sobre as mediações entre essa agenda e a realidade de diferentes sectores de atividade, posicionamentos ideológicos e conjunturas económicas.

O presente dossiê incentiva, assim, a submissão de artigos com abordagens teóricas e metodológicas plurais centradas no estudo de estratégias sindicais e de experiências de conflitos e de negociação coletiva para fazer face aos desafios de representatividade e às transformações impulsionadas pela digitalização da economia e pela transição ecológica, num contexto de uma divisão internacional do trabalho que se reorganiza. Aceitam-se contributos baseados quer em estudos de caso nacionais ou setoriais, quer abordagens mais teóricas que abranjam uma ou mais das temáticas privilegiadas por esta Call for Papers. Cada artigo pode focar-se em uma ou várias destas dimensões, desde que se articulem com alguns dos desafios enunciados: representatividade, digitalização, transição ecológica e reorganização internacional do trabalho no quadro de novas rivalidades geoestratégicas.

Alguns tópicos sugeridos são os seguintes:

Impacto das transformações geopolíticas na reconfiguração da divisão internacional do trabalho e nas estratégias sindicais.
Crise de legitimidade do neoliberalismo, expressões do autoritarismo neoliberal e os seus efeitos sobre o trabalho e os sindicatos.
Estratégias organizativas, discursivas e mobilização dos diferentes tipos de poder sindical para manter ou reforçar a representatividade e responder aos desafios da transição digital e da transição climática.
Respostas sindicais às transformações tecnológicas, à automação, ao trabalho mediado por algoritmos e experiências de negociação coletiva em sectores com maior intensidade de digitalização dos processos de trabalho.
Atitudes sindicais face à transição energética e às políticas climáticas e contributos sindicais para uma agenda de transição justa.
Conflitos ou alianças entre movimento sindical e movimento climático e estudos de caso sobre a integração de uma agenda ambiental e de justiça climática em lutas laborais.
Construção de alianças duradouras e reflexão sobre debates políticos e macroeconómicos necessários para uma economia pós-crescimento, relocalizada e descarbonizada.
Experiências inovadoras de negociação coletiva em contextos de mudança tecnológica e ecológica.
Abordagens comparadas de estratégias sindicais em diferentes países, regiões ou sectores, relativamente aos temas abrangidas pela presente Call.

Os artigos devem ser submetidos até 31 de setembro de 2025.
Informações adicionais podem ser solicitadas por e-mail: rbest@unicamp.br

 


[ Informação Revista Configurações ]

Prorrogação da Chamada de Artigos | Configurações: Revista de Ciências Sociais | N.º 38 – Dezembro de 2026 – “Cuidando do comum: culturas e contraculturas em Portugal”

Coordenação do Dossiê: Ana Luísa Luz (Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa, ORCID ID 0000-0002-4276-1938), Cristina Parente (Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, ORCID ID 0000-0002-7500-7050), Marta Nieto Romero (SOCIUS/ISEG/Universidade de Lisboa e Malha Cooperativa/RIZOMA, ORCID ID 0000-0001-8247-9569), Marta Pedro Varanda (SOCIUS/ISEG/Universidade de Lisboa e Malha Cooperativa/RIZOMA, ORCID ID 0000-0002-9762-2724)

Nos últimos dois séculos, o sistema capitalista tem regido o contrato social, i.e., as relações económicas, sociais e afetivas, incentivando o individualismo como força motriz de uma sociedade e economia modernas. A aposta no desenvolvimento técnico-científico como meio para o crescimento económico intensificou a produção, desligando-a dos processos ecológicos e alterando profundamente a relação entre as pessoas, mas também entre as pessoas e o meio. Elevando o saber científico acima do tradicional-ancestral, abriu-se caminho para a exploração descontrolada de recursos vitais de comunidades indígenas e locais, de ecossistemas e combustíveis fósseis, com efeitos na destruição daquilo que reconhecemos como “comum”, i.e., tudo aquilo que partilhamos, recursos, mas também relações sociais, conhecimento e formas de cooperação. Destruindo as condições que permitiam às comunidades locais sobreviver e viver com autonomia, eliminamos igualmente a sua capacidade de reprodução de modos de vida e cosmovisões baseadas em relações seculares com os ecossistemas onde habitam.

Num período em que a maior parte da riqueza do planeta se encontra nas mãos de 1% da população mundial enquanto a maioria se encontra dependente de trabalho assalariado assegurado pelo Estado ou pelo mercado, o vínculo humano “à terra” e ao próximo é cada vez menor. As relações humanas, outrora de proximidade, ancoradas em laços solidários e duradouros, de reciprocidade e confiança, assumem agora contornos frágeis e descartáveis, funcionalistas e efémeros, construindo, na expressão de Zygmunt Bauman, uma modernidade líquida, volátil e em constante mudança. Por outro lado, as desigualdades tornaram-se mais vincadas e o “outro” sobretudo num problema a resolver. Neste contexto, a política extrema-se e as guerras eclodem, fala-se de emergência – climática e humana.

Num cenário que roça o distópico, estruturas sociais autónomas com base comunitária permanecem, enquanto outras se desenvolvem em diferentes contextos, prefigurando uma mudança de paradigma num mundo onde a gestão pública foi enfraquecida por décadas de políticas neoliberais. Modos de produção extensivos, solidários, que fomentam economias diversas (Gibson-Graham e Dombroski, 2021), sejam estas feministas, familiares, populares ou solidárias, promotoras de sustentabilidade enquanto retomam formas orgânicas de regulação da produção e de consumo. Iniciativas ancoradas na cooperação, autogestão e comunhão de interesses como base para a ação surgem nos campos e na cidade, nas organizações, nas comunidades, num mundo esgotado de destruição, conflitos e solidão.

Com esta chamada, pretendemos gerar uma reflexão sobre estas questões, colocando o foco em iniciativas coletivas que garantem a produção e o cuidado do comum. Partindo do trabalho de autoras feministas como Graham-Gibson (2016), Gutierrez (2020), Nightingale (2019), Casas-Cortes (2019), Singh (2018), entre outras, definimos a produção e o cuidado do comum como todas as práticas e relações de cooperação e entreajuda, mas também de luta e resistência, que sustentam a reprodução material e simbólica da vida, humana e não humana. Interessa-nos pensar e vincar a forma como o quotidiano do cuidado – e.g. dialogar, cozinhar, reflorestar, etc. – politiza por via da resultante aquisição de novos conhecimentos, capacidades, relações e subjetividades que nos ligam afetivamente ao que cuidamos (bosque, terra, comunidade), aproximando-nos enquanto agentes de mudança. Incentivamos trabalhos sobre iniciativas em território português que desafiam a tendência individualista – e.g. regimes de propriedade comunitária, empresas, cooperativas, economia social e solidária, economia popular e familiar, economias feministas e dos cuidados. Através da sua análise crítica, queremos refletir sobre a diversidade dessas iniciativas ao nível das suas práticas, valores, objetivos, estrutura e efeitos de mudanças no território, aqui entendido como o espaço constituído por ecossistemas, infraestruturas, atores e instituições, mas também saberes, cosmovisões, discursos, valores, etc. Com esta abordagem, queremos abrir vias para uma nova cultura e formas de ação que sustentem um novo contrato social.

Entre as diversas linhas de reflexão, propomos:

dar a conhecer e refletir sobre as práticas quotidianas envolvidas na produção e cuidado do comum, que podem incluir:

a) estruturas e processos de governança, formas de participação na tomada de decisão e gestão de iniciativas comunais, solidárias e autogeridas;
b) valores e cosmovisões que sustentam as práticas quotidianas de cooperação nestas iniciativas;
c) construção de novos imaginários territoriais que desafiem os discursos e as soluções apresentadas até aqui, por exemplo, na questão da habitação, da água, da energia, da saúde, etc.

análise crítica da estrutura institucional das sociedades atuais que desconstrói o comum ou ameaça iniciativas que cuidam o comum, constituindo processos de descomunalização (do inglês un-commoning), que podem concretizar-se em:

a) leis, diretivas, políticas públicas e outros fenómenos que alteram as condições base das comunidades;
b) projetos extrativos como a mineração, o turismo desenfreado, a agricultura intensiva;
c) características internas da governança – desafios, contradições e ambivalências

As propostas devem ser submetidas eletronicamente (https://revistas.uminho.pt/index.php/configuracoes/about/submissions) após realização de registo na plataforma (https://revistas.uminho.pt/index.php/configuracoes/user/register), até ao dia 30 de setembro de 2025.

Recomenda-se vivamente aos/às autores/as a leitura atenta das normas de publicação em https://revistas.uminho.pt/index.php/configuracoes/about/submissions

 


[ Informação Revista Comunicação Pública ]

CFP – Revista Comunicação Pública, Número 40

Dossiê temático: Sustentabilidade, Greenwashing e Comportamento do Consumidor
Editores: Anna Carolina Boechat (UNIDCOM/IADE) e Nuno Tiago Cláudio Leitão Baptista
(Instituto Politécnico de Leiria)
Línguas: Português; Inglês; Espanhol

DATA-LIMITE PARA A SUBMISSÃO DE ARTIGOS: 2 de março de 2026

Resumo

O tema da sustentabilidade ambiental tornou-se parte da agenda política de muitos governos e os consumidores revelam uma preocupação crescente com o ambiente. O Greenwashing envolve a comunicação de boas práticas ambientais com o objetivo de iludir os consumidores, levando-os a acreditar que os produtos ou serviços de uma empresa são ambientalmente sustentáveis. O dossiê temático “Sustentabilidade, Greenwashing e Comportamento do Consumidor” visa explorar a prática empresarial do greenwashing a partir da perspetiva da comunicação e o impacto desta no comportamento do consumidor.

Descrição e enquadramento

Devido ao notável crescimento da causa ambiental no discurso político e mediático surgiram novos hábitos de compra que dão preferência a produtos identificados como “eco-friendly”, “sustentáveis” ou “orgânicos”. Este cenário exerceu considerável pressão sobre as empresas, tornando a sustentabilidade ambiental o principal sinal de responsabilidade social corporativa e de comportamento ético corporativo (Yu-Shan Chen et al., 2022). As práticas de greenwashing assentam em técnicas de comunicação que têm como objetivo projetar uma determinada imagem da organização. O conceito aplica-se a empresas que não são honestas a propósito do seu impacto ambiental, refletindo um comportamento estratégico dissimulado e factício que induz os consumidores em erro (Forliano et al., 2025; Sun & Zhang, 2019).
O dossiê temático “Sustentabilidade, Greenwashing e Comportamento do Consumidor” tem como principal objetivo estimular o debate em torno das práticas comunicacionais de greenwashing bem como o impacto destas em termos do comportamento do consumidor. O aumento de greenwashing ao longo das últimas décadas tem constituído motivo de grande preocupação. Por um lado, esta comunicação afeta os consumidores, sendo contrária a um diálogo transparente e contribuindo para a desinformação e a desconfiança quanto aos rótulos “verdes”, “biológicos”, “eco” ou “orgânicos” (Adamkiewicz et al, 2022); por outro, cria um sentido de urgência junto dos governos, que tentam reduzir esta prática através de legislação mais restritiva e punitiva (Li et al., 2023). Não menos importante, as práticas comunicacionais de greenwashing (quando descobertas) podem afetar negativamente a própria empresa, abrindo espaço para perdas irreparáveis ao nível da imagem institucional, com consequências na performance financeira (Arouri et al., 2021).

Objetivos e enfoques pretendidos

Pretende-se oferecer ao leitor um debate amplo e que toca nas mais diversas esferas da problemática do greenwashing considerada a partir da perspetiva da comunicação, mediante contributos académicos atuais e de elevada qualidade e pertinência.

Lista de subtemas possíveis:

1. Greenwashing no âmbito da comunicação estratégica corporate
• Reputação organizacional e estratégias de mitigação após escândalos de greenwashing
• Gestão da imagem institucional em tempos de escrutínio ambiental
• Governança corporativa e transparência comunicacional no relato de práticas sustentáveis
• Comunicação de sustentabilidade nos relatórios integrados e nos sites corporativos
• O papel das lideranças e porta-vozes na legitimação de narrativas verdes

2. Greenwashing na comunicação estratégica mercadológica
• Posicionamento ecológico e práticas enganosas na publicidade verde
• Análise crítica de embalagens, rótulos e slogans com apelo sustentável
• Greenwashing em campanhas de marketing digital e e-commerce
• Segmentação e targeting de consumidores ambientalmente conscientes
• Comparações entre setores (moda, alimentação, tecnologia) quanto ao uso mercadológico do discurso sustentável

3. Greenwashing e a comunicação da responsabilidade social corporativa (RSC)
• Conflitos entre discurso de RSC e práticas ambientais reais das empresas
• Comunicação da RSC em redes sociais: autenticidade vs. performance
• A instrumentalização da sustentabilidade como ferramenta de legitimidade social
• Métricas e indicadores de RSC vs. perceção pública das ações sustentáveis
• ESG e greenwashing: tensões entre critérios ambientais e performance comunicacional

4. Greenwashing como desinformação
• Greenwashing como fake news ambiental: análise crítica da desinformação verde
• O papel dos fact-checkers e dos media na exposição de discursos manipulativos
• Algoritmos, bolhas de filtro e amplificação de green claims enganosos
• Competência mediática e literacia verde como defesas contra o greenwashing

5. Consumer backlash e consumerismo em resposta ao Greenwashing
• Movimentos de boicote e cancelamento a marcas por práticas de greenwashing
• Ativismo digital e narrativas de resistência nos comentários e hashtags
• Efeitos do greenwashing na confiança, lealdade e intenção de recompra
• O papel dos consumidores críticos na vigilância de empresas “verdes”
• Consumo ético, ativismo de marca e o paradoxo da escolha sustentável

6. Greenwashing e o marketing de influência sob uma perspetiva “verde”
• Influenciadores sustentáveis e o risco de greenwashing performativo
• Parcerias pagas e transparência na promoção de produtos “eco-friendly”
• Credibilidade e autenticidade na comunicação de influenciadores ambientais
• Narrativas visuais e estéticas do “lifestyle verde” nas redes sociais
• A presença de green claims em vídeos curtos (Reels, TikTok) e a sua receção

Referências Bibliográficas (relevantes)
Adamkiewicz, J., Kochańska, E., Adamkiewicz, I., & Łukasik, R. M. (2022). Greenwashing and sustainable fashion industry. Current Opinion in Green and Sustainable Chemistry, 38, 1–8. https://doi.org/10.1016/j.cogsc.2022.100710
Forliano, C., Battisti, E., de Bernardi, P. (2025). Mapping the greenwashing research landscape: a theoretical and field analysis. Rev Manag Sci. https://doi.org/10.1007/s11846-025-00856-3
Li, W., Li, W., Seppänen, V., & Koivumäki, T. (2023). Effects of greenwashing on financial performance: Moderation through local environmental regulation and media coverage. Business Strategy and the Environment, 32(1), 820–841. https://doi.org/10.1002/bse.3177
Sun, Z., & Zhang, W. (2019). Do government regulations prevent greenwashing? An evolutionary game analysis of heterogeneous enterprises. Journal of Cleaner Production, 231, 1489–1502. https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2019.05.335
Yu-Shan Chen, Y.-S. C., Yu-Shan Chen, Y.-H. L., Wei-Yuan Lo, W.-Y. Lo, & Pi-Yu Lai, P.-Y. L. (2022). Sustainable trick or tactic? The influence of greenwashing on green reputation, green satisfaction and green perceived value. Corporate Management Review 42(1), 117-149. https://doi.org/10.53106/102873102022064201004

DATAS IMPORTANTES
Abertura da chamada de artigos: 9 de setembro 2025
Data-limite para a submissão de artigos: 2 de março de 2026
Data de publicação do número: 30 de junho 2026

Submissão dos artigos:
A submissão de artigo deve ser feita através da plataforma https://journals.ipl.pt/cpublica/index . É necessário que os autores se registem no sistema antes de submeter um artigo; caso já tenha se registado basta aceder ao sistema e iniciar o processo de 5 passos de submissão.
Os artigos devem ser submetidos através do modelo pré-formatado para submissão de artigos à Comunicação Pública. Para mais informações sobre a submissão consultar Informação para Autores e Instruções para Autores.