[ Informação Joana Marques ]
Call for Papers Now Open – Revista de Ciências Empresariais e Jurídicas (RCEJ)
A Revista de Ciências Empresariais e Jurídicas (RCEJ) incentiva os e as investigadoras a publicarem os seus resultados sobre temas relacionados com os desafios atuais das relações laborais (e.x. mecanismos de regulação, segregação do mercado de trabalho, profissões, competências, impactos jurídicos e fiscais, transformação digital, práticas de gestão e desenvolvimento de recursos humanos) numa abordagem compreensiva, num contexto social, político e económico pautado por grande instabilidade.
Submissões até 12 de outubro de 2025.
Consulte a call completa em https://www.iscap.pt/edicoesceos/index.php/recej/about/submissions
[ Informação Gonçalo Marques Barbosa ]
Divulgação de call for papers de midterm conference da ESA
Call for papers
The RN24/SSTNET – Sociology of Science and Technology Network invites scholars and researchers to submit sociological contributions that critically explore the multifaceted role of technology in shaping and responding to today’s global challenges, with particular attention to those faced by Europe.
In a context marked by rapid technological advances and mounting global crises, Europe — and the European Union in particular — must navigate a constantly evolving sociotechnical landscape. Climate change, economic inequality, geopolitical instability, and digital transformation are profoundly reshaping institutions and societies. Rather than treating technology merely as a solution or a disruptive force, this call seeks contributions that examine how technological practices, imaginaries, and infrastructures are embedded in, and constitutive of, wider sociopolitical dynamics. Through this sociological lens, we aim to foster critical reflection on issues of governance, ethics, security, and justice as integral to the complex processes through which technologies emerge and operate.
Suggested topics for presentation
We invite contributions from researchers with diverse disciplinary backgrounds at all stages of their academic careers, especially early career researchers, around the following topics:
Technology, Competitiveness and Inequalities
– The digital divide and access to technological resources
– Impacts of automation and AI on employment and social stratification
– Gender, race, and class in technological innovation and deployment
– Innovation systems and economic competitiveness
Policy, Governance and Regulation of Emerging Technologies
– The role of the EU in shaping global technological governance
– Ethical and legal frameworks for AI and data privacy
– E-government and citizen participation in policymaking
– Cybersecurity and digital sovereignty in a fragmented world
Technology and Environmental Sustainability
– Smart cities and sustainable urban development
– Green technologies and the circular economy
– The environmental footprint of digitalisation
– Green transition and digital transition overlaps
Technology and Education
– Internal and external transformational trends in the educational system
– Impacts on learning environments, methodologies and skills
-Emerging competencies in the educational system and labour market
-The emerging EDUTECK market risks and opportunities
Submission Instructions
– Abstracts should not exceed 300 words and must be submitted in English.
– Abstracts must be submitted by 30 September through the emailrn24.sstnet@gmail.com.
– Abstracts should clearly express the main thesis and the underlying conceptual framework when presenting theoretical work. For empirical studies, they should also include a summary of the methodological assumptions and any preliminary findings, ensuring a thorough overview of the research approach and results.
– Each applicant may only submit one abstract as first author, but may be a co-author in up to three submissions.
Key Dates
Abstract Submission Deadline: By 30 September 2025
Notification of Acceptance: 6 October 2025
Registration for individual participants: From 6 October 2025 to 7 November 2025
Conference Dates: 26+27 November 2025
Organising Committee
Melissa Sessa, National Research Councilof Italy (RN24 Coordinator)
Stefania Capogna, Link Campus University of Rome (RN24 Co-coordinator)
Cristina Parente, Institute of Sociology of the University of Porto
Gonçalo Barbosa, Institute of Sociology of the University of Porto
llaria Beretta, Catholic University of Brescia
Jussara Rowland, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Maria Gretzky,The Open University of Israel
Paraskevas Vezyridis, Nottingham University Business School
Contact Information
Queries should be directed to rn24.sstnet@gmail.com
[ Informação Comunicação ISUP ]
Call for Papers | “Groove the City – Move the Streets”
Date: September 17-19, 2026
Abstract Submission Deadline: October 5, 2025
https://www.mdw.ac.at/ikm/events/groovethecity/
https://skuor.tuwien.ac.at/events/groovethecity/
The field of Urban Music Studies has emerged as a vibrant interdisciplinary arena, exploring the dynamic interplay between music and urban life. At its core, this field recognizes sound as both a reflection and a constitutive element of urban life, deeply embedded in the spatial, social, and cultural fabric of cities. Against this backdrop, we organise the third international conference of the Urban Music Studies Scholars’ Network Groove the City – Move the Streets, taking place from 17-19 September 2026 at mdw – University of Music and Performing Arts Vienna and at TU Wien – Technische Universität Wien, in combination with the 2024-2026 event series of the Thematic Group for Public Spaces and Urban Cultures of the Association of European Schools of Planning (AESOP TG PSUC), focusing a critical engagement with the concept and materiality of “the street” as a multifaceted and symbolic terrain where social, cultural, and political processes unfold.
To this end, we invite scholars, practitioners, activists, and artists to contribute to the conference by investigating how sound interacts with, transforms, and reimagines the streets as spaces of movement, resistance, belonging, and creativity.
The deadline for the submission of the proposals is 5th October 2025.
https://www.conftools.org/groovethecity2026/
Join us in exploring how grooves shape the city and how streets inspire movements!
[ Informação I Conferência Nacional em Justiça Ambiental ]
I Conferência Nacional em Justiça Ambiental | Submissão de resumos 30 setembro 2025
A Universidade de Aveiro está a organizar a I Conferência Nacional em Justiça Ambiental que se realizará nos dias 19 e 20 de fevereiro de 2026.
Este será um evento inédito em Portugal que visa promover o debate e a reflexão em torno dos desafios e oportunidades relacionados com a justiça ambiental. Esta conferência reunirá um conjunto alargado de especialistas, incluindo investigadores, gestores públicos, agentes políticos e representantes de organizações da sociedade civil, com atuação em áreas como o ambiente, a saúde e o direito.
Num momento em que as questões ambientais assumem uma crescente relevância social e política, esta iniciativa propõe-se discutir as múltiplas dimensões da justiça ambiental no contexto nacional, nomeadamente as suas implicações sociais e económicas, a sua relação com os direitos humanos, as dinâmicas de planeamento e governação, bem como os enquadramentos legais e as políticas públicas com impacto na justiça social e ambiental.
A conferência representa um passo importante para a construção de uma agenda nacional neste domínio, promovendo o diálogo interdisciplinar, o envolvimento de diferentes setores da sociedade e a procura de soluções integradas para um desenvolvimento mais justo e sustentável.
A submissão de resumos foi alargada até ao dia 30 de setembro de 2025: http://justicaambiental.web.ua.pt / dao-justicaambiental@ua.pt
Mais informações sobre o programa e inscrições serão divulgadas em breve no site da conferência: https://justicaambiental.web.ua.pt/index-2.html
[ Informação Revista Configurações ]
Prorrogação da Chamada de Artigos | Configurações: Revista de Ciências Sociais | N.º 38 – Dezembro de 2026 – “Cuidando do comum: culturas e contraculturas em Portugal”
Coordenação do Dossiê: Ana Luísa Luz (Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa, ORCID ID 0000-0002-4276-1938), Cristina Parente (Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, ORCID ID 0000-0002-7500-7050), Marta Nieto Romero (SOCIUS/ISEG/Universidade de Lisboa e Malha Cooperativa/RIZOMA, ORCID ID 0000-0001-8247-9569), Marta Pedro Varanda (SOCIUS/ISEG/Universidade de Lisboa e Malha Cooperativa/RIZOMA, ORCID ID 0000-0002-9762-2724)
Nos últimos dois séculos, o sistema capitalista tem regido o contrato social, i.e., as relações económicas, sociais e afetivas, incentivando o individualismo como força motriz de uma sociedade e economia modernas. A aposta no desenvolvimento técnico-científico como meio para o crescimento económico intensificou a produção, desligando-a dos processos ecológicos e alterando profundamente a relação entre as pessoas, mas também entre as pessoas e o meio. Elevando o saber científico acima do tradicional-ancestral, abriu-se caminho para a exploração descontrolada de recursos vitais de comunidades indígenas e locais, de ecossistemas e combustíveis fósseis, com efeitos na destruição daquilo que reconhecemos como “comum”, i.e., tudo aquilo que partilhamos, recursos, mas também relações sociais, conhecimento e formas de cooperação. Destruindo as condições que permitiam às comunidades locais sobreviver e viver com autonomia, eliminamos igualmente a sua capacidade de reprodução de modos de vida e cosmovisões baseadas em relações seculares com os ecossistemas onde habitam.
Num período em que a maior parte da riqueza do planeta se encontra nas mãos de 1% da população mundial enquanto a maioria se encontra dependente de trabalho assalariado assegurado pelo Estado ou pelo mercado, o vínculo humano “à terra” e ao próximo é cada vez menor. As relações humanas, outrora de proximidade, ancoradas em laços solidários e duradouros, de reciprocidade e confiança, assumem agora contornos frágeis e descartáveis, funcionalistas e efémeros, construindo, na expressão de Zygmunt Bauman, uma modernidade líquida, volátil e em constante mudança. Por outro lado, as desigualdades tornaram-se mais vincadas e o “outro” sobretudo num problema a resolver. Neste contexto, a política extrema-se e as guerras eclodem, fala-se de emergência – climática e humana.
Num cenário que roça o distópico, estruturas sociais autónomas com base comunitária permanecem, enquanto outras se desenvolvem em diferentes contextos, prefigurando uma mudança de paradigma num mundo onde a gestão pública foi enfraquecida por décadas de políticas neoliberais. Modos de produção extensivos, solidários, que fomentam economias diversas (Gibson-Graham e Dombroski, 2021), sejam estas feministas, familiares, populares ou solidárias, promotoras de sustentabilidade enquanto retomam formas orgânicas de regulação da produção e de consumo. Iniciativas ancoradas na cooperação, autogestão e comunhão de interesses como base para a ação surgem nos campos e na cidade, nas organizações, nas comunidades, num mundo esgotado de destruição, conflitos e solidão.
Com esta chamada, pretendemos gerar uma reflexão sobre estas questões, colocando o foco em iniciativas coletivas que garantem a produção e o cuidado do comum. Partindo do trabalho de autoras feministas como Graham-Gibson (2016), Gutierrez (2020), Nightingale (2019), Casas-Cortes (2019), Singh (2018), entre outras, definimos a produção e o cuidado do comum como todas as práticas e relações de cooperação e entreajuda, mas também de luta e resistência, que sustentam a reprodução material e simbólica da vida, humana e não humana. Interessa-nos pensar e vincar a forma como o quotidiano do cuidado – e.g. dialogar, cozinhar, reflorestar, etc. – politiza por via da resultante aquisição de novos conhecimentos, capacidades, relações e subjetividades que nos ligam afetivamente ao que cuidamos (bosque, terra, comunidade), aproximando-nos enquanto agentes de mudança. Incentivamos trabalhos sobre iniciativas em território português que desafiam a tendência individualista – e.g. regimes de propriedade comunitária, empresas, cooperativas, economia social e solidária, economia popular e familiar, economias feministas e dos cuidados. Através da sua análise crítica, queremos refletir sobre a diversidade dessas iniciativas ao nível das suas práticas, valores, objetivos, estrutura e efeitos de mudanças no território, aqui entendido como o espaço constituído por ecossistemas, infraestruturas, atores e instituições, mas também saberes, cosmovisões, discursos, valores, etc. Com esta abordagem, queremos abrir vias para uma nova cultura e formas de ação que sustentem um novo contrato social.
Entre as diversas linhas de reflexão, propomos:
dar a conhecer e refletir sobre as práticas quotidianas envolvidas na produção e cuidado do comum, que podem incluir:
a) estruturas e processos de governança, formas de participação na tomada de decisão e gestão de iniciativas comunais, solidárias e autogeridas;
b) valores e cosmovisões que sustentam as práticas quotidianas de cooperação nestas iniciativas;
c) construção de novos imaginários territoriais que desafiem os discursos e as soluções apresentadas até aqui, por exemplo, na questão da habitação, da água, da energia, da saúde, etc.
análise crítica da estrutura institucional das sociedades atuais que desconstrói o comum ou ameaça iniciativas que cuidam o comum, constituindo processos de descomunalização (do inglês un-commoning), que podem concretizar-se em:
a) leis, diretivas, políticas públicas e outros fenómenos que alteram as condições base das comunidades;
b) projetos extrativos como a mineração, o turismo desenfreado, a agricultura intensiva;
c) características internas da governança – desafios, contradições e ambivalências
As propostas devem ser submetidas eletronicamente (https://revistas.uminho.pt/index.php/configuracoes/about/submissions) após realização de registo na plataforma (https://revistas.uminho.pt/index.php/configuracoes/user/register), até ao dia 30 de setembro de 2025.
Recomenda-se vivamente aos/às autores/as a leitura atenta das normas de publicação em https://revistas.uminho.pt/index.php/configuracoes/about/submissions